Prefeitura de Ibaté notifica contribuintes com débitos com a municipalidade

Prefeitura de Ibaté notifica contribuintes com débitos com a municipalidade

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A Prefeitura de Ibaté está notificando os contribuintes da cidade com o objetivo de que aqueles que possuem débitos em impostos atrasados (IPTU, ISSQN e Água) com o fisco possam comparecer no setor competente para poder promover uma negociação e com isso a quitação das dívidas.

Segundo o apurado, a Prefeitura tem para receber somente neste ano de 2016 uma quantia que gira em torno de R$ 4 milhões, o que num ano de crise e baixa arrecadação pode fazer a diferença na melhoria dos serviços públicos como educação, saúde, lazer e segurança pública (via Guarda Municipal) que são prestados pela municipalidade.

“Nosso objetivo é fazer com que o contribuinte nos ajude a melhorar a arrecadação, porque esse dinheiro que entrar em nosso caixa será revertido para a própria cidade em obras e melhorias, como recapeamento, tapa-buracos, limpeza de áreas públicas. É muito importante que todos os cidadãos ibateenses tomem consciência de que quitar esses débitos é fundamental para o desenvolvimento do município”, afirmou o prefeito Alessandro Magno de Melo Rosa.

DR ALESSANDRO _ PREFEITO _ IBATE

Como o ano de 2016 foi eleitoral, a Prefeitura de Ibaté não pode propor um Refinanciamento de Impostos (o chamado REFIS), pois a legislação eleitoral, segundo entendimento da justiça, veda esse tipo de iniciativa, pois ela se enquadraria em concessão de benefícios, o que seria ilegal.

“Infelizmente, a lei eleitoral não nos permite que o projeto do REFIS seja apresentado para a apreciação dos vereadores da Câmara Municipal, mas isso não nos impede de conversar com o contribuinte para vermos, o que dentro da legalidade, é possível ser feito, queremos o melhor para a nossa cidade e a participação do cidadão consciente é fundamental”, explicou.

O prefeito salientou que Ibaté, assim como os demais municípios brasileiros tem uma situação financeira que precisa ser olhada com cuidado, não por desleixo do governo municipal, mas sim em função da crise que se instalou na economia brasileira.

“Eu sei como está difícil para o pai de família, para a mãe de família que trabalha colocar comida na mesa, vestir os filhos, arcar com despesas de educação e saúde, na Prefeitura é a mesma coisa, a queda de arrecadação fez com que apertássemos ainda mais os cintos e agora o apoio do nosso contribuinte é primordial para podermos continuar prestando um bom serviço, onde são muitas a demandas, remédios, cirurgias, tapa buracos, saneamento, sinalização, merenda, materiais, combustível, energia, etc”, salientou.

 

Foto: José Augusto Santana

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