Um mês após chuva em São Carlos, estragos ainda não foram consertados

Um mês após chuva em São Carlos, estragos ainda não foram consertados

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Um mês após a chuva que causou estragos no centro de São Carlos, alguns pontos da cidade permanecem destruídos. A Secretaria de Transporte e Trânsito foi procurada para justificar a situação e disse que vai fazer uma avaliação e depois vai tomar as medidas necessárias.

Um dos pontos danificados é a Avenida Comendador Alfredo Maffei, conhecida como Marginal. Parte da via está interditada há quase um mês, depois que a enxurrada fez com que uma das paredes do Córrego Gregório desabasse.

Motoristas estão tendo dor de cabeça, já que eles precisam desviar para ruas que não estão preparadas para receber tantos carros.

Uma delas é a Rua Jesuíno de Arruda. O fluxo fica ainda maior na hora de entrada e saída da escola que fica no quarteirão. Nos horários de pico, também há trânsito nas Ruas Dom Pedro II e da Rui Barbosa quando encontram como cruzamento a avenida interditada.

Conserto
Enquanto isso, a obra do córrego segue parada. A prefeitura alega que ainda não consertou os estragos da chuva por causa de dinheiro.

A Câmara dos Vereadores já aprovou um R$ 1,2 milhão. A Secretaria de Serviços Públicos adiantou que vai investir na reforma da lateral do córrego. Disse ainda que contratação da empresa que vai fazer o conserto dos estragos provocados pela chuva está sendo finalizada. As obras devem começar em alguns dias e a previsão para conclusão é de 90 dias.

Prejuízos
A empresária Natália Zago tem uma academia para mulheres na Rua Jesuíno. Ela conta que as clientes estão reclamando da dificuldade para chegar. “Devido ao estacionamento da academia, às vezes forma duas filas e as meninas querem entrar então fica um pouco complicado”, explicou Natália.

O comerciante Renan Colognesi tem um estabelecimento no trecho interditado e está perdendo cliente. Ele vende cafés especiais há quatro anos no ponto. “Demanda mais entregas, porque temos que sair aumentar as despesas todo esse custo, e, além disso, o cliente não vindo aqui ele não sabe das novidades, um produto a mais, o que acaba diminuindo nossa receita mensal”, afirmou.

Para ele a é inevitável, e a torcida é para que pelo menos a obra seja definitiva. “Preocupação que temos assim como toda a população são-carlense é que seja só uma coisa paliativa e não uma coisa incisiva para arrumar de fato, porque é um problema que se arrasta há décadas”, completou.

A Cidade On

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