🚨 Ameaça contra a própria mãe termina em prisão após intervenção da GCM em Ibaté
Uma ocorrência de violência doméstica terminou em prisão em flagrante após a Guarda Civil Municipal (GCM) de Ibaté ser acionada para acompanhar uma mulher de 65 anos até sua residência, onde ela buscaria seus pertences pessoais.
A equipe foi acionada pela Polícia Civil e, ao chegar ao imóvel, encontrou o filho da vítima bastante alterado. Durante a ocorrência, segundo o registro policial, o homem passou a ameaçar a própria mãe.
Após receber atendimento médico, ele foi informado sobre a existência de uma medida protetiva de urgência que determinava que não se aproximasse da vítima.
Ainda de acordo com o registro, diante da determinação, o homem teria ficado agressivo e feito ameaças ainda mais graves, afirmando que atearia fogo na mãe e na residência.
Diante da situação e do flagrante, o Inspetor da GCM deu voz de prisão ao indivíduo. O homem teria resistido à abordagem, sendo necessário o emprego de força proporcional para contê-lo, imobilizá-lo e algemá-lo.
Ele foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Ibaté, onde a Autoridade Policial formalizou a prisão em flagrante. Posteriormente, o homem foi oficialmente notificado sobre a medida protetiva e permaneceu à disposição da Justiça.
Quando o medo entra dentro da própria casa
Casos como esse levantam uma reflexão que vai além da ocorrência policial: como uma mãe pode se sentir segura quando a ameaça vem justamente de dentro da própria família?
A violência doméstica não deixa de ser grave por acontecer dentro de casa ou por envolver pessoas ligadas por laços familiares. A existência de uma medida protetiva representa justamente uma tentativa de impedir que a situação avance e proteger quem se encontra em risco.
Neste caso, uma mulher de 65 anos precisou da intervenção das forças de segurança para deixar sua própria residência e buscar seus pertences diante de ameaças atribuídas ao próprio filho.
Até onde pode chegar a violência quando os limites são ignorados e quantas vezes uma ameaça precisa ser feita para que seja compreendida como um pedido urgente de proteção?
Publicado:por Hozana Gonçalves

