Vice-presidente critica Flávio Bolsonaro e afirma que vitória do senador representaria retrocesso na saúde
O vice-presidente da República e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSB), criticou o senador Flávio Bolsonaro durante visita a São Carlos e afirmou que uma eventual vitória do adversário representaria um retrocesso na área da saúde.
Durante passagem pela Santa Casa de São Carlos, Alckmin associou o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) a retrocessos na saúde pública, citando a condução da pandemia de Covid-19 e a interrupção de programas de atendimento à população.
O vice-presidente destacou a retomada do Farmácia Popular, a ampliação do Mais Médicos e a criação do programa de médicos especialistas, além de investimentos em equipamentos de radioterapia para a Santa Casa.
“Reativamos o Farmácia Popular, criamos o programa dos médicos especialistas e equipamos a Santa Casa com o que há de mais moderno no mundo em radioterapia”, afirmou.
Alckmin participa de ato político
Após reunião com representantes da Santa Casa e empresários, Alckmin seguiu para a Praça Maria Aparecida Resitano, conhecida como Praça do Mercado Municipal, onde participou de um comício ao lado das deputadas estaduais Tainara Faria e Duda Hidalgo, do ex-prefeito Newton Lima e do prefeito de Matão, Cido Ferrari. Centenas de militantes acompanharam o ato.
Médico de formação, o vice-presidente também ressaltou a importância de ampliar os investimentos na saúde diante do envelhecimento da população.
Críticas ao debate eleitoral
Alckmin também criticou a postura de Flávio Bolsonaro no debate eleitoral realizado pela Band, no último domingo, afirmando que o senador foi desrespeitoso e não respondeu às perguntas.
Sobre o debate previsto para sexta-feira (23), na TV Globo, o vice-presidente afirmou que o presidente Lula deverá pautar sua participação pela verdade e voltou a defender a transparência na vida pública.
Alckmin ainda comentou a discussão sobre a abertura de sigilos, afirmando que Lula se colocou à disposição para abrir os dados de ambos, enquanto Flávio Bolsonaro teria apresentado exigências para o procedimento.

