A doutora Ana Lúcia Mendes destaca que janeiro é o mês da saúde mental e chama a atenção para uma realidade silenciosa: muitas mães acabam abrindo mão da pensão alimentícia não por falta de direito, mas por estarem exaustas de lutar sozinhas.
Segundo a especialista, a pensão não é uma disputa, é um direito da criança, e garantir esse direito não torna ninguém “brigona”, mas sim responsável. Ela reforça que nenhuma mulher precisa carregar esse peso emocional sozinha e orienta a busca por apoio jurídico e, quando necessário, apoio psicológico.
Com atuação em Direito de Família e Sucessões, a dra. Ana Lúcia Mendes oferece atendimento online e presencial em Ibaté e região, acolhendo cada caso com sensibilidade, ética e compromisso.
A profissional também incentiva que mulheres que já enfrentaram esse desgaste emocional no meio de uma batalha judicial compartilhem suas experiências, fortalecendo uma rede de apoio e conscientização.
Publicado:por Hozana Gonçalves

