No Dia da Consciência Negra, a doutora Ana Lúcia Mendes reforça um compromisso que vai muito além da data: a luta diária por uma Justiça que enxergue as desigualdades e não silencie diante do racismo.

Para ela, o enfrentamento ao racismo não acontece apenas nas ruas ou no discurso, ele também está nas audiências, nos processos, nas estruturas e nas decisões que moldam vidas. Como advogada e presidente da Comissão de Igualdade Racial, sua atuação é guiada pelo propósito de garantir que o Direito alcance todos de forma igualitária.

“Enquanto a Justiça não for igual para todos, ela não é verdadeiramente justa”, afirma.

A mensagem da doutora destaca a urgência de reconhecer, enfrentar e transformar as práticas discriminatórias ainda presentes no cotidiano. A luta pela igualdade é contínua, coletiva e necessária e começa pelo compromisso de não fechar os olhos para o que ainda precisa mudar.

Publicado:por Hozana Gonçalves