🚨 Mãe esfaqueia homem após filha de 5 anos relatar possível abuso em Franca

Uma jovem de 25 anos esfaqueou o companheiro da madrinha de sua filha, de 5 anos, na manhã de segunda-feira (24), em frente a um estabelecimento comercial na Avenida Major Nicácio, em Franca, no interior de São Paulo.

Segundo o relato da mãe, a própria filha teria contado que foi tocada nas partes íntimas pelo homem e que ele teria pedido para que a criança não revelasse o ocorrido. Diante da suspeita, a mãe levou a menina ao Pronto-Socorro Infantil.

Ainda conforme o relato da mãe, um exame realizado na unidade teria apontado sinais que, segundo a interpretação apresentada por ela, seriam compatíveis com a suspeita de abuso. O caso, no entanto, ainda será investigado pelas autoridades, e o homem é tratado como suspeito.

Após tomar conhecimento do que a filha teria relatado, a mãe foi até o estabelecimento para conversar com a madrinha da criança sobre o caso. Durante o encontro, o homem chegou ao local.

De acordo com as informações divulgadas, a mulher carregava uma faca dentro da bolsa e, durante a discussão, desferiu vários golpes contra o homem. Ele ficou ferido e recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros.

Após a ocorrência, mãe e o homem foram encaminhados à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Franca, onde o caso foi registrado. A Polícia Civil deverá investigar tanto a denúncia envolvendo a criança quanto as circunstâncias do esfaqueamento.

O caso deixa uma pergunta difícil: o que passa pela cabeça de uma mãe quando sua própria filha, ainda com apenas 5 anos, revela algo que pode ter mudado para sempre a forma como ela enxerga alguém próximo da família?

A indignação diante de uma possível violência contra uma criança é compreensível. Mas caberá à investigação esclarecer os fatos e determinar responsabilidades.

Enquanto isso, uma menina de apenas 5 anos está no centro de uma história que exige cuidado, proteção e, acima de tudo, que a verdade seja descoberta.

A identidade da criança e qualquer informação que possa levar à sua identificação devem ser preservadas.

Publicado:por Hozana Gonçalves